Ontem meu primo finalmente liberou o notebook e pude voltar a assitir filmes de tematica em casa, estou com uns 30 filmes esperando na fila para serem assistidos, tudo isso porque ele usa uma internet (se e que se pode chamar de intenet) cuja taxa de download não ultrapassa os 6 kbs e ficou literalmente uma semana baixando sabe-se lá o que.
Voltando ao tema do post, o primeiro filme que vi quando retomei as atividades de cinéfilo foi Homme au bain, tenho que confessar que muito por causa da minha recente tara pelo François Sagat, ele que tem muitos dos atributos que estão no conjunto do que forma minha imagem de beleza ideal, ultimamente tem se tornado frequente nos meus desejos de maneira sexual e ate romântica.
Não pense ser pretensão minha fazer uma resenha ou até uma analise do filme, não me levo tanto a serio pra isso, mas quem quiser ter uma idéia do filme pode ler esse artigo, o qual concordo em grande parte sobre sua analise. Meu objetivo aqui é ate em parte dar minha opinião sobre analise, pelo menos a parte que concordo. O filme realmente me fisgou no momento em que, logo no inicio, destruiu todo o estereotipo gravado em mim sobre a imagem de virilidade que Sagat passava, moldando sobre ela um personagem sensível e frágil, que agia de maneira confusa e impulsiva.
Ultimamente tenho me tornado um entusiasta do cinema Francês, principalmente o de temática, a forma com que ele se assemelha a realidade, e seu jeito mais cru, tem me agradado muito. Homme au bain foi o quarto filme de temática gay Francês que eu vi ate agora e mais uma vez não me senti decepcionado. Recomendo tanto pela qualidade como pelos nus porque ninguém e de ferro.

comigo rola o contrário, todos os franceses que vi não me agradaram tanto. O que mais me agradou, falado em francês, no fundo é canadense, o "C.R.A.Z.Y"
ResponderExcluir