A muito tempo, mais precisamente a 3 anos atrás, estava eu criando um blog, meio que sem pretensões, só para escrever o que eu na época não podia contar a ninguém, e tentando me curar de uma decepção amorosa que por mais inocente me fez agonizar por um ano. Ontem tentando organizar o que seria o projeto de um blog para o clã que participo em um jogo online, me deparo com ele, todo sem jeito e desorganizado, com seu único post, que promete uma continuação que acabou não existindo.
Quando li ele, voltei aos 21 e vi como em mudei no decorrer desses 3 anos, minha visão do mundo gay que naquela época já começava a evoluir, agora e bem menos escura e fantasiosa. Acabou que eu tive a ideia de postar ele aqui, do jeito original (só cortando um paragrafo, que por alguns motivos envolve alguem que prefiro não mencionar) com os erros de português que ainda me perseguem e com todas as opniões e ideias que eu tinha na epoca.
Segue abaixo o post:
"Confissões parte 1
A minha proposta com esse blog não é confessar meus pecados como pode parecer, meu blog tem esse nome porque por um bom tempo da minha vida eu me imaginava um "pecador" mesmo sendo ateu convicto. Desde pequeno fui ensinado mesmo que não diretamente, que homossexuais são "pecadores" sujos, pessoas imorais e inferiores, impressão essa que devo admitir foi acentuada pelo comportamento dos gays da cidade em que moro, aquela imagem de gay afeminado, pagando pra transar com os garotos (em sua maioria menores) ou pegando no pinto dos menininhos que passavam por perto sinceramente me perturbava, nunca consegui me imaginar daquele jeito, e na minha tola concepção todos os gays acabavam daquele jeito.
Paragrafo Censurado...
Depois disso por volta dos 12 anos, eu conheci um garoto da minha idade e mantinhamos algo que tambem não era propriamente relacões sexuais, tudo se resumia em toques e masturbações, não me recordo como tudo começou mais acho que foi iniciativa do meu amigo que era bem mais resolvido que eu. Isso durou cerca de 2 anos com participacões de outros que eu diria "conhecidos" meus na epoca, nesse momento meus pensamentos preconceituosos ja se lapidavam, tanto que eu so admitia fazer papeis ativos nas relações, e me auto eximia da "culpa" de ser gay, dizia "gay é quem da, eu não sou gay", gay é ele e mesmo que só pra mim menospresava digamos meu melhor amigo na epoca.
Ainda nessa fase eu tive uma das experiências que mais me agradaram na minha epoca de infancia e uma das poucas que não via com vergonha foi com um amigo meus pais ja eram separados e meu pai tinha uma loja e morava nos fundos dela la tinha um quarto onde meu tio vivia tambem e era cheio de filmes porno, em uma manha que fomos assistir desenho no quarto do meu tio ele me pedio para dar uma olhada nos filmes vimos os filmes e acabamos nos masturbando isso se repetiu varias vezes, ate que um dia a noite nos estavamos na casa dele conversando besteiras e vendo fotos de revistas pornograficas e entres essas conversas tem-se a ideia (que foi dele diga-se de passagem) de um masturbar o outro primeiro reenteramos nossas masculinidades e que aquilo era so uma experiência e depois repetimos essa experiência varias vezes, ate tentamos fazer experiências mais ousadas mais havia uma divergencia de opniões eu queria reciprocidade ja ele queria que ser o ativo da historia, e nossas experiências foram adiadas ate serem esquecidas.
Depois que eles se mudaram um para a capital e o outro pro Rio de Janeiro eu meio que aperfeiçoei meus "pensamentos preconceituosos" apesar de ainda ter outro amigo como eu costumo dizer "de genero duvidoso" eu nunca o levei a serio e só o tinha como amigo porque ele sempre me respeitava e nunca tentou nada e se mantinha encubado ate o fim (como eu), nessa epoca eu trabalhava em uma como se diz por aqui locadora (tipo uma lan house só que com video games) e foi la que aconteceu um dos epsodio que eu achei mais vergonhosos na minha vida, como tudo em minha vida eu não lembro exatamente como começou mas ele pegava um banco e ficava dentro de uma sala onde ficavam os jogos e o dinheiro e começavamos a conversar e ele insistia que eu o masturba-se eu por 2 ou 3 dias negava veemente mais depois o fazia com um misto de medo e exitação, depois de umas 2 sessões ele começava a investir mais me pedia para fazer sexo oral, mas apesar de estar muito exitado o que eu estava fazendo ja era uma estupidez absurda visto que estavamos em uma locadora e os clientes estavam logo ali do lado, então um dia eu o peguei roubando (não peguei exatamente eu desconfiei) e ele foi expulso da locadora, pouco depois eu mesmo sai dela.
Aquilo foi se acumulando com uma serie de fatores que me fizeram desistir daquilo tudo, eu nem sabia o que estava fazendo direito, só queria ser "normal" mas como não me encaixava decidir me por a força no sentido comum de normalidade.
Primeiro me juntei a um grupo que na epoca era muito mal visto na cidade tido como maconheiros e baderneiros, o que no fundo era só preconceito do povo de interior como eu costumo falar, tirando um ou outro que pra mim fumava mesmo, o resto era movido a cigarros e cervejas, eu particularmente nunca tive vontade de experimentar tanto o cigarro como qualquer outro tipo de droga e beber sempre bebi bem pouco, o pessoal e muito legal e engraçado apesar de estar em um grau de intelectualidade muito acima deles eu me diverti muito nessa epoca, epoca que marcou o inicio das minhas tentantivas de ocultar minha sexualidade.
Continua..."
Depois que eu li ele, vi que eu não sou tão puro quanto eu prego aqui não...
Não lembrava de metade dessas historias...
É acaba bem no meio da historia...
terça-feira, 27 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Cooper, vem ni mim!!!
Quando eu descobri o reporter Anderson Cooper foi amor a primeira vista, não por ele ser um reporter famoso, nem por ser considerado o terceiro gay mais influente do mundo, eu to de olho no Anderson Cooper porque ele e um gato mesmo, como nas tirinhas de um blogueiro que costumo ver, eu quero ver o corpo dele nu não e de hoje, ainda mais depois que eu descobri esse video:
Diz minha gente se essa mistura café com leite não vai dar certo aqui em casa...
PS: tenho que parar com isso, fui da uma lida nos comentarios de meus post's mais antigos e percebi que em um deles o Gui me chama de facil...
Diz minha gente se essa mistura café com leite não vai dar certo aqui em casa...
PS: tenho que parar com isso, fui da uma lida nos comentarios de meus post's mais antigos e percebi que em um deles o Gui me chama de facil...
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Das distrações no trabalho
O segundo merece uma descrição mesmo que simples, Loiro, olhos azuis, 1,90 bem distribuídos em um corpo bem talhado e sem exageros, fiquei tentado a observar mais atentamente as partes mais interessantes dele só que evito fazer isso quando crio vínculos de amizade, apesar desse "respeito" as vezes se abalar um pouco, principalmente quando ele pede para ajudar em alguma coisa no notebook dele e de repente vejo fotos dele de cueca.
Por fim o filho do dono da loja, que apesar de não ter algumas características que para mim são importantes, não deixa a desejar em nada. Lindo, inteligente e rico... querem mais? pois é, eu se tivesse uma chance com ele, deixava em coma (Devassa MODE ON).
Fora do grupo "colegas de trabalho", e quase como uma tortura, tem horas que eu tenho que me trancar na minha sala, pra evitar ficar olhando, tem dias então que me aparecem uns modelos Calvin Klein da vida que eu fico perdidinho. Ultimamente tenho conversado com um desses clientes, aparentando por volta dos 35 anos, inteligente, bonito e carismático, homem pra casar mesmo. Do pouco que conversamos , quase sempre trivialidades, deu pra constatar que tenho alguma chance, tanto chance dele também ser gay, como de se interessar por mim.
Nessas horas eu fico pensando que se eu fosse assumido tudo acabaria sendo mais fácil, as pessoas que tivessem afim chegariam mais fácil sem o problema da duvida, ao invés de ficarem tentando descobrir uma maneira de ter certeza (Já vivi isso com o que eu posso chamar o primeiro cara que amei, é muito difícil), mas essas questão de sair do armário pra mim ainda e difícil, não vou ter segurança para fazer isso com o pessoal de casa até me senti seguro financeiramente, além de faltar coragem mesmo (estou tentando contar pra minha irmã desde o final do ano passado, mas fico só enrolando), no fim acabo aqui só na vontade mesmo, e que vontade aiai...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Sanidade
Toda minha maturidade foi ao chão, porque quando o exercício da caixinha demora muito e eu não defino meus padrões de comportamento para aquela situação, meu instinto vê a oportunidade de agir a sua própria maneira, e quase sempre não mede consequências.
Foi tanta coisa que eu entrei voluntariamente em um sanidade mode off, não sei nem em que estado de espírito me encontro, assumo a primeira musica do modo shuffle do meu mp3.
Por conta disso e de um tempinho de ócio no trabalho, resolvi
sábado, 3 de setembro de 2011
Finally
O delírios já não é mais puro (se bem que não perdeu a pureza totalmente), mas não aconteceu como e com quem se esperava, mas de maneira inusitada. Muita coisa foi aprendida com essa experiência, tenho ate isso como umm ultimo choque de realidade pra me tirar do mundo fantasioso que criei. Agora depois de ter experimentado o que tanto remoia minha imaginação, concluo que não e tão assustador e complicado quanto imaginei, mas tambem não e simples como nos filmes.
Dentre tudo que nesse pouco tempo pude assimilar da experiência destaco:
1 - De duas uma, ou isso cansa bastante ou eu estou precizando melhorar meu condicionamento fisico.
2 - Soou mais natural do que eu imaginava, não me senti perdido ate parecia que sabia o que estava fazendo.
3 - Eu sou mais carente do que imaginava, nunca imaginei que o contato fisico fosse tão importante pra mim quanto naquele momento, muito menos que no final isso fosse o que ia ficar mais marcado da experiência.
4 - Tenho que analizar melhor minhas ações e suas consequências, porque o que eu julgo irrelevante pode me causar problemas ou me privar de coisas importantes.
Nota: Infelizmente tive que ser vago e não pude pormenorizar o desenrolar da historia antes dos finalmente, que por sinal foi bastante interessante, por conta do item 4 das minhas resoluções.
Dentre tudo que nesse pouco tempo pude assimilar da experiência destaco:
1 - De duas uma, ou isso cansa bastante ou eu estou precizando melhorar meu condicionamento fisico.
2 - Soou mais natural do que eu imaginava, não me senti perdido ate parecia que sabia o que estava fazendo.
3 - Eu sou mais carente do que imaginava, nunca imaginei que o contato fisico fosse tão importante pra mim quanto naquele momento, muito menos que no final isso fosse o que ia ficar mais marcado da experiência.
4 - Tenho que analizar melhor minhas ações e suas consequências, porque o que eu julgo irrelevante pode me causar problemas ou me privar de coisas importantes.
Nota: Infelizmente tive que ser vago e não pude pormenorizar o desenrolar da historia antes dos finalmente, que por sinal foi bastante interessante, por conta do item 4 das minhas resoluções.
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